Quinta, 12 Abril 2018 22:21

EMPRESAS SE ARMAM CONTRA BOATOS

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Estratégia é monitorar redes sociais, recorrer à tecnologia e reagir rapidamente às “fake news”.
Em minutos, a reputação pode ser abalada. Notícia falsa pode afetar relevância das marcas... 

A proliferação de notícias falsas nas redes sociais vem atingindo com freqüência cada vez maior algumas das marcas mais populares do país. De refrigerantes a produtos de lácteos, as empresas buscam a tecnologia e tentam reagir rapidamente para minimizar os efeitos nocivos das fake news. Mas, segundo especialistas, é preciso mais iniciativa e conscientização. Do consumidor,. Para não compartilhar informações de origem duvidosa. E das próprias companhias, que precisam estimular os internautas a terem mais responsabilidade na hora de repassar informações para amigos e redes de contato.
Na internet, o boato geralmente vem acompanhado de vídeos e imagens, dizem as empresas.
Segundo Luther Peczan, vice-presidente da empresa de marketing Webedia, as notícias falsas tomam proporções gigantescas em pouco tempo, afetando a reputação das marcas. E, afirma ele, se a companhia, não estiver preparada, não consegue reagir rapidamente e da forma certa.
- As redes sociais atuam como amplificador do fenômeno, mas não é um problema exclusivo delas. Existem também muitos sites falsos. O desafio é ter ferramentas simples e eficazes para denunciar e atirar esse conteúdo do ar – destaca. –O consumidor, por outro lado, tem um papel importante, verificando pó que compartilha. Mas, para isso, ele mesmo tem que reconhecer essa informação como falsa, o que nem sempre é evidente.
Responsabilidade ao propagar conteúdo
Segundo o sociólogo e antropólogo Fred Lucio, coordenador da ESPM Social, as redes sociais aumentaram a amplitude da propagação de notícias falsas, o que gera uma reação rápida em plataformas importantes como Facebook e Twitter, que misturam notícias e informações pessoais de seus usuários, além do WhastApp:
- Em muitos casos, as empresas conseguem antecipar possíveis problemas pois investem em tecnologia de rastreamento do que acontece na internet. Mas, o consumidor é responsável pelo que compartilha e, assim, de certa forma, gera seu próprio conteúdo. É importante que essas companhias invistam em campanhas de responsabilidade párea conscientizar o usuário de que não se pode compartilhar notícias sem que se saiba a origem.
Por isso, Flavio Martino, diretor de desenvolvimento da agência Heads, destaca a necessidade de o próprio consumidor ser responsável pelo que compartilha nas redes sociais.
- A grande maioria propaga e não gera o conteúdo. É importante ter responsabilidade nas duas ações.

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