Por que planejamento sucessório subiu na régua de prioridade dos conselhos.
Empresas familiares: sucessão ainda é um assunto delicado e intocado por maioria.
A urgência não é retórica, é demográfica e patrimonial. As mudanças geracionais previstas entre 2025 e 2030 representam o maior movimento de transferência de comando e patrimônio da história recente do país, segundo especialistas em governança familiar, com uma transferência patrimonial estimada em R$ 9 trilhões até 2045.
Um volume dessa magnitude, sem plano de sucessão estruturado, deixa de ser assunto de família e passa a ser risco sistêmico para setores inteiros da economia.
O peso das empresas familiares na economia brasileira torna esse risco ainda mais relevante para qualquer conselho, não só para quem está diretamente na linha de sucessão.
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