Protetores solares: tendências em formatos, texturas e tons de pele

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Lançamentos para o verão 2026/27 mostram que a nova disputa na categoria vai além do FPS e passa por reaplicação, sensorial e adaptação à pele brasileira

A temporada de lançamentos de protetor solar para o verão 2026/27 trouxe ao mercado brasileiro produtos em que o número do FPS divide espaço com outros argumentos. Bastões, aerossóis e séruns buscam facilitar a reaplicação e se adaptar a diferentes rotinas. Fórmulas que prometem controle de oleosidade por mais de dez horas miram o consumidor de pele oleosa, e cartelas de cor ampliadas tentam resolver uma queixa antiga, o resíduo esbranquiçado em peles mais escuras.

O interesse da indústria acompanha o tamanho do mercado. Segundo a Euromonitor International, as vendas de proteção solar no Brasil somaram R$ 5,6 bilhões em 2024, alta de 6,4% sobre o ano anterior, e devem chegar a R$ 9,5 bilhões em 2029. O país é o terceiro maior mercado da categoria no mundo, atrás de Estados Unidos e China. A consultoria também registrou mudança de hábito: em 2024, 30% dos consumidores de beleza usaram FPS 50 ou superior mais de três vezes por semana, ante 17% em 2020.

Reaplicação impulsiona novos formatos

Parte dos lançamentos foi desenhada em torno da reaplicação ao longo do dia. A NIVEA levou às farmácias e aos e-commerces o NIVEA SUN Stick, protetor facial em bastão com FPS 60, desenvolvido e fabricado na Coreia do Sul. Segundo a marca, o formato em gota acompanha os contornos do rosto, facilita a aplicação ao redor dos olhos e do nariz e dispensa o contato das mãos com a fórmula. Sem fragrância e com vitamina E, o produto 

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