“Arquétipos” é uma das ferramentas mais estratégicas do marketing contemporâneo: impede que investimento em mídia, conteúdo e presença digital se dissolva em percepções dispersas.
Quando “tropicalizei” a metodologia dos arquétipos de marca lá no início dos anos 2000, a curiosidade do mercado (estrategistas e clientes) era enorme, mas a relevância da ferramenta era desafiada o tempo todo. 25 anos depois, a curiosidade sobre a técnica permanece nas alturas, só que sua aplicação foi espalhada “aos quatro cantos” do marketing, além de estar sendo demandada como nunca.
Em um mundo onde a atenção dura menos que um piscar de feed, marcas não têm tempo para se explicar: precisam ser imediatamente reconhecidas. É aí que os arquétipos se tornam decisivos: eles são um atalho simbólico que condensa identidade, desejo e reputação e é capaz de permanecer na mente da sociedade de consumo.
Por isso, o arquétipo de uma marca não deve ser entendido como decoração conceitual no branding. Ele é uma ferramenta estratégica para organizar a percepção. Mas, se você acha que a metodologia de Arquétipos para por aí, esse artigo é para você.