De lojas-conceito premium a operações especializadas, redes e marcas ampliam o papel da beleza na farmácia e testam novas formas de capturar frequência, valor e relacionamento com o consumidor.
Por muito tempo, beleza foi, dentro da farmácia, uma prateleira de conveniência: hidratante ao lado do genérico, esmalte perto do caixa, uma categoria acessória a um negócio movido por medicamento e capilaridade. Esse desenho começou a mudar há alguns anos e ganhou novas formas recentemente: redes passaram a ampliar espaço, curadoria, serviços e equipe especializada para a categoria, enquanto marcas tradicionalmente associadas a outros canais passaram a enxergar a farmácia como mais um ponto estratégico de distribuição.