Neurocosméticos avançam e começam a ganhar espaço no varejo de beleza

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Mercado global deve chegar a US$ 3,1 bilhões em 2030; no Brasil, receita da categoria foi de US$ 20,4 milhões em 2024, segundo a Grand View Research

Produtos que exploram a relação entre pele, sistema nervoso e emoções começam a ganhar espaço em diferentes segmentos da beleza, enquanto marcas investem em formulações, fragrâncias e experiências associadas ao bem-estar. Para o varejo, o movimento abre uma nova frente de diferenciação, mas também exige atenção à forma como esses benefícios são apresentados ao consumidor. 

Nesse cenário, a combinação entre ciência, sensorialidade e bem-estar vem ganhando espaço no desenvolvimento de produtos de beleza. O conceito parte da comunicação bidirecional entre pele e sistema nervoso e vem sendo estudado na interseção entre neurociência, dermatologia e psicodermatologia. É nesse contexto que os chamados neurocosméticos ganham espaço. Na literatura científica, o termo é associado a produtos desenvolvidos para atuar sobre mecanismos neuro-imuno-cutâneos na pele. Já do ponto de vista regulatório brasileiro, “neurocosmético” não constitui uma classificação específica da Anvisa: os produtos continuam enquadrados conforme as categorias de cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes e as regras aplicáveis a cada caso. 

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