O comércio eletrônico brasileiro segue em ritmo acelerado de expansão, impulsionando o aumento do volume de vendas e da complexidade operacional das empresas.
Nesse contexto, o maior risco da Reforma Tributária para o e-commerce não está apenas em entender a nova legislação, mas na capacidade operacional das empresas de adaptar sistemas, processos e fluxos à nova realidade.
Com a implementação do novo modelo fiscal, a eficiência tecnológica e a preparação operacional deixam de ser apenas diferenciais competitivos e passam a ser fatores essenciais para garantir a continuidade das operações sem impactos para o negócio.
(GiroNews – *Por Wesley Silva, cofundador da Smart Online)