De acordo com a pesquisa “Racismo no Varejo de Beleza de Luxo”, realizada pelo Grupo L’Oréal em parceria com o Estúdio Nina, 91% dos consumidores negros das classes A e B já sofreram racismo em estabelecimentos de luxo, enquanto 18% relatam ter sido perseguidos, revistados ou tiveram suas bolsas lacradas nesses locais.
“Não se trata apenas de moda ou de gosto, mas de um sistema histórico que, desde o processo de escravização, constrói o corpo negro como ameaça ou como ausência.
Nomear o racismo é fundamental para desnaturalizar essas leituras e criar condições de transformação”, analisa Cáren Cruz, consultora de imagem identitária à frente da Pittaco Consultoria.
(Giro News)